Marapé fica no litoral sul de Alagoas, a uma hora e meia de Maceió, num ponto onde o rio corre paralelo ao mar até os dois se encontrarem. A chegada é de barco — uma travessia curta que já vale o dia — e do outro lado está o complexo com as dunas, o mirante e a faixa de areia entre as duas águas: de um lado o rio manso, morno e raso; do outro o mar aberto.
No passeio compartilhado, todo mundo chega e volta na mesma hora. No privativo, não: o carro é só do seu grupo, o guia acompanha o dia inteiro, e a hora de sair, de parar e de voltar é a de vocês. Quem viaja com criança pequena, com quem tem dificuldade de andar, ou simplesmente não quer ser apressado, é para quem esse formato foi feito.
O ponto alto é o encontro do rio com o mar: dá para atravessar do banho calmo de rio para as ondas em poucos passos. As dunas ficam logo atrás, com o mirante de onde se vê a faixa de areia dividindo as duas águas — é a foto do lugar. O rio é raso por uma boa distância, o que faz de Marapé um dos destinos mais tranquilos do litoral sul para quem leva crianças.
O complexo tem estrutura de restaurante à beira do rio, com buffet regional. No privativo o almoço é pago à parte, direto lá, e você escolhe o que e quando comer.
A busca é na sua hospedagem em Maceió, no horário que a gente combinar — em geral por volta das 7h, para aproveitar a manhã inteira. São cerca de 1h30 pela AL-101 Sul, com parada de café no caminho se vocês quiserem. Chegando, a travessia de barco leva poucos minutos até o complexo.
O retorno costuma ser no meio da tarde, com chegada em Maceió antes do fim do dia. Mas isso é combinado com o guia: se o grupo quiser ficar até mais tarde, fica.
De 1 a 4 passageiros: R$ 500,00 · de 5 a 6 passageiros: R$ 550,00
O valor é por veículo, com guia incluído — não por pessoa. Uma pessoa sozinha, um casal ou uma família de quatro pagam o mesmo. Crianças contam na capacidade do carro.
Travessia de barco, almoço, bebidas e atividades opcionais no complexo são pagos à parte, no local. O guia informa os valores do dia antes de vocês decidirem.
Marapé é bonito o ano inteiro, e o rio não depende de maré como as piscinas naturais. Dias de sol deixam a água mais verde e o mirante mais fotogênico; o inverno alagoano (maio a julho) tem mais chuva, mas também menos gente.
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No compartilhado a van é dividida com outras pessoas e os horários são fixos para todo mundo. No privativo o carro é só do seu grupo, com guia acompanhando, e vocês decidem a hora de sair, quanto tempo ficar e quando voltar.
Cerca de 1h30 pela AL-101 Sul, dependendo do trânsito e de onde vocês estão hospedados.
É um dos melhores do litoral sul para isso: o rio é raso e morno por uma boa distância, e no privativo dá para respeitar o ritmo de soneca e de fome da criança. Informe as idades na reserva que o motorista leva a cadeirinha.
Não. O complexo tem restaurante com buffet regional à beira do rio, e você paga direto lá — assim escolhe o que quer, sem estar preso a um cardápio fechado.
Não. É uma travessia curta contratada no local; o guia organiza e informa o valor antes.
Não. Diferente das piscinas naturais, Marapé pode ser feito em qualquer maré — o rio e as dunas estão lá o dia inteiro.
Não, é por veículo, com guia incluído: R$ 500 para até 4 passageiros e R$ 550 para até 6. Uma pessoa ou uma família de quatro pagam o mesmo.
No privativo dá para conversar sobre isso com o guia, mas Marapé costuma render o dia inteiro. Se você quer mais de um destino, vale montar um roteiro de dois dias.
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